A flor do lado de lá

 
 
 
 

A flor do lado de lá – Concepção e ilustração de Roger Mello, ed. Global. 

 
 
Uma fábula poética de um ser que não enxerga além e deseja sempre o que não pode alcançar. 
Atrás dele, porém, sem que ele perceba, há um mar de possibilidades. 
Roger Mello ilustra de maneira fantástica este ser como uma anta sensível que não se dá conta que seu objeto de desejo está mais perto dela do que ela poderia imaginar.
 

 

 

 

 

 

 

 

Nossos convivas sempre atentos a novidades. 

Desta vez levei um livro com imagens muito expressivas com uma incrível história a ser descoberta.  

 

 

 

 

O livro foi concebido e ilustrado pelo premiado ilustrador e escritor Roger Mello.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

A história conta o encontro de um animal até certo ponto indefinido pelos traços do ilustrador genial Roger Mello que se apaixona por uma flor que ele não consegue alcançar. E a graça foi justamente a curiosidade da turma para descobrir qual animal era aquele. Este suspense foi até o final da história ao mesmo tempo em que todos queriam saber o que iria acontecer com nosso “triste e choroso” personagem. Nossos convivas queriam  examinar de perto cada ilustração para tentar descobrir que animal era aquele. 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São imagens que contam uma história. Nosso velho amigo S. Carlinhos examinou bem de perto e deu algumas sugestões. Mas não chegou nem perto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nem é preciso dizer que foi um alvoroço e a curiosidade pra saber que animal era aquele. As especulações foram muitas. Das mais absurdas as mais possíveis. Mas ninguém acertou. Enquanto isso as imagens evoluiam e nossos convivas se  envolveram com o drama do personagem. A flor inalcançável em um terreno instável. Seria mesmo um terreno? Ou seria um outro animal? 

       

 

 

 

 

 

 

 

 


      

 

 

 

 

 

 

 

 

Dona Priscila arriscou; S. Hélio analisou profundamente as imagens e as cenas; 

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

D. Zuzu ficou encantada com a “pedra” em forma de baleia.

 

 

 

 

 

Seu Ivan e toda turma davam palpites.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E se divertiam muito arriscando a escolha do animal.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossos convivas muito participativos se envolviam com o drama do animalzinho e sua flor perdida.

Ficaram felizes com o desfecho da história. A felicidade e as flores estavam bem na “cara dele”, melhor dizendo nas costas dele. E o melhor veio no final, pois ninguém imaginava que nosso querido personagem era uma anta atrapalhada. Alguns convivas se deram conta afinal de que não se lembravam de como seria a aparência de uma anta. Ao final da história o autor exercita sua veia poética ao dizer que: “É humano chorar pelo que não se tem, desejar a beleza distante. Só que, às vezes, há tanta beleza pertinho e a gente não vê”. Nossos convivas amaram a linda história.

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Mercedes Fernandes) 28/04/2016

Casa Convívio dos Anawin

 

 
 
 

A flor do lado de lá – Concepção e ilustração de Roger Mello, ed. Global. 

 
 
Uma fábula poética de um ser que não enxerga além e deseja sempre o que não pode alcançar. 
Atrás dele, porém, sem que ele perceba, há um mar de possibilidades. 
Roger Mello ilustra de maneira fantástica este ser como uma anta sensível que não se dá conta que seu objeto de desejo está mais perto dela do que ela poderia imaginar.
 

 

 

 

 

 

 

 

Nossos convivas sempre atentos a novidades. 

Desta vez levei um livro com imagens muito expressivas com uma incrível história a ser descoberta.  

 

 

 

 

O livro foi concebido e ilustrado pelo premiado ilustrador e escritor Roger Mello.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

A história conta o encontro de um animal até certo ponto indefinido pelos traços do ilustrador genial Roger Mello que se apaixona por uma flor que ele não consegue alcançar. E a graça foi justamente a curiosidade da turma para descobrir qual animal era aquele. Este suspense foi até o final da história ao mesmo tempo em que todos queriam saber o que iria acontecer com nosso “triste e choroso” personagem. Nossos convivas queriam  examinar de perto cada ilustração para tentar descobrir que animal era aquele. 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São imagens que contam uma história. Nosso velho amigo S. Carlinhos examinou bem de perto e deu algumas sugestões. Mas não chegou nem perto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nem é preciso dizer que foi um alvoroço e a curiosidade pra saber que animal era aquele. As especulações foram muitas. Das mais absurdas as mais possíveis. Mas ninguém acertou. Enquanto isso as imagens evoluiam e nossos convivas se  envolveram com o drama do personagem. A flor inalcançável em um terreno instável. Seria mesmo um terreno? Ou seria um outro animal? 

       

 

 

 

 

 

 

 

 


      

 

 

 

 

 

 

 

 

Dona Priscila arriscou; S. Hélio analisou profundamente as imagens e as cenas; 

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

D. Zuzu ficou encantada com a “pedra” em forma de baleia.

 

 

 

 

 

Seu Ivan e toda turma davam palpites.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E se divertiam muito arriscando a escolha do animal.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossos convivas muito participativos se envolviam com o drama do animalzinho e sua flor perdida.

Ficaram felizes com o desfecho da história. A felicidade e as flores estavam bem na “cara dele”, melhor dizendo nas costas dele. E o melhor veio no final, pois ninguém imaginava que nosso querido personagem era uma anta atrapalhada. Alguns convivas se deram conta afinal de que não se lembravam de como seria a aparência de uma anta. Ao final da história o autor exercita sua veia poética ao dizer que: “É humano chorar pelo que não se tem, desejar a beleza distante. Só que, às vezes, há tanta beleza pertinho e a gente não vê”. Nossos convivas amaram a linda história.

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Mercedes Fernandes) 28/04/2016

Casa Convívio dos Anawin